Músicas da MoçaÁlbum Review: Four, do 1D

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Achei a capa do álbum muito feia. Ficamos com a foto do photoshoot do álbum que é mil vezes melhor.

Quem realmente me conhece, o que são poucos, sabe que eu sou fã do One Direction.Ou se você já teve o prazer de mexer na minha biblioteca musical também já percebeu que eles aparecem MUITAS vezes na minha playlist.

Sim, eu gosto de boybands. Sim, eu sei que sou maior de idade. Sim, eu sei que qualquer-que-seja-o-argumento-que-você-vai-usar. Sério, cara! Já to sabendo.

Agora eu te pergunto pessoa que lê meu post: Já viu Liam Payne e Zayn Malik? Culpa deles que eu sou fã (aparência, voz e personalidade, vlw? Flw!) e de What Makes You Beautiful. E de muito tempo livre nas férias de verão de 2012/2013.

Hoje, 17 de novembro é o lançamento de FOUR, o quarto álbum dos “lads”. Então, como uma boa fangirl, resolvi fazer a resenha da versão standart do álbum minha gente. Segurem os seus forninhos, por favor.

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Papo de Moça

Você vai esquecê-lo

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Essa semana eu estava passeando pelo Facebook e me atentei a uma publicação qualquer na minha timeline. A foto de um casal em cima de uma linha do trem, um rapaz deitado no colo de uma moça, e o título: “Ele irá esquecê-la”, pertenciam a um post no site Vida dos Solteiros.

O texto afirmava várias vezes que aquele cara, o cara que já fez tudo por você, que pensava em você toda hora e tudo mais, vai esquecê-la. Nem que essa seja a última coisa que ele faça e, com isso, esqueça também todas as memórias dos tempos de vocês juntos. Era pra ser algo até meio poético e desolador, mas minha cabeça fez o raciocino inverso.

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Livros da Moça Resenha: Fangirl, de Rainbow Rowell

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Sinopse: Cath é fã da série de livros Simon Snow. Ok. Todo mundo é fã de Simon Snow, mas para Cath, ser fã é sua vida – e ela é realmente boa nisso. Vive lendo e relendo a série; está sempre antenada aos fóruns; escreve uma fanfic de sucesso; e até se veste igual aos personagens na estreia de cada filme. Diferente de sua irmã gêmea, Wren, que ao crescer deixou o fandom de lado, Cath simplesmente não consegue se desapegar. Ela não quer isso.

Em sua fanfiction, um verdadeiro refúgio, Cath sempre sabe exatamente o que dizer, e pode escrever um romance muito mais intenso do que qualquer coisa que já experimentou na vida real. Mas agora que as duas estão indo para a faculdade, e Wren diz que não a quer como companheira de quarto, Cath se vê sozinha e completamente fora de sua zona de conforto.

Uma nova realidade pode parecer assustadora para uma garota demasiadamente tímida. Mas ela terá de decidir se finalmente está preparada para abrir seu coração para novas pessoas e novas experiências. Será que Cath está pronta para começar a viver sua própria vida? Escrever suas próprias histórias?

Eleanor & Park me deu all the feels enquanto lia e assumiu rapidamente para o posto de livro favorito. Delicado, profundo e doce , Rainbow Rowell sabe como te conquistar ao escrever assuntos com muita delicadeza.

Eu conheci Fangirl primeiro, através de uma resenha no Nem Um Pouco Épico. Joguei ele de lado e corri para ler Eleanor antes. Fangirl foi lançado pela Novo Século aqui no Brasil em Agosto. Continue reading

Livros da MoçaResenha: Isla and The Happily Ever After, de Stephanie Perkins

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Apaixonei na capa de Isla, que fez a coleção toda trocar de visual. Quero todas! <3 Mal posso esperar pelo relançamento dos livros antigos.


Sinopse: ”Das brilhante ruas de Manhattan para o luar nos telhados de Paris, se apaixonar é fácil para uma sonhadora incorrigível como Isla e um artista introspectivo como Josh. Mas, quando eles começam o seu último ano na França, Isla e Josh são rapidamente forçados a enfrentar a realidade dolorosa que felizes para sempre nem sempre são para sempre.

Sua viagem romântica é habilmente entrelaçada com as dos amados casais Anna e Étienne e Lola e Cricket, cujos caminhos são destinados a colidir em um final arrebatador certo para agradar fãs antigos e novos…”

Quando descobri Stephanie Perkins, eu estava na minha fase “Paris”. Estava fazendo Francês e adorando tudo o que a terra da Torre Eiffel poderia oferecer: inspiração, boa comida, paisagens lindas e muito romance. “Anna e o Beijo Francês” foi uma das minhas melhores leituras de 2011 e Étienne St. Clair entrou para meu coração literário.

Aguardei ansiosamente “Lola e o Garoto da Casa ao Lado”. Não era a continuação, mas outra história que Anna e Étienne apareciam, com a adição de Lola e Cricket (<3). Era mais amor em uma cidade legal; agora, a escolha era São Francisco. Li sem grandes expectativas e adorei.

Stephanie anunciou o fecho da trilogia e eu me esqueci de esperar até que descobri que finalmente ela havia sido lançada lá fora. Como estou treinando meu inglês e só lendo livros nessa língua, li sem pensar duas vezes. Isla and the Happily Ever After furou a lista de livros que eu tinha pensado Continue reading

Músicas da MoçaPlaylist: Bitch Power Walk

 

Bitch Power Walk from queenbella on 8tracks Radio.

No episódio do Músicas de hoje temos uma playlist. O título já é auto explicativo: “Bitch Power Walk”.  A meu ver, palavra “bitch” é usada erroneamente. Sempre pensamos numa coisa ruim quando a ouvimos. “Bitch” é aquela mulher que é “melhor” que você. Aquela mulher que, ao seu ver, é mais  magra, popular, inteligente, você escolhe. Alguém que é algo que você não é – mas pode ser. Basta força de vontade.

Uma “Bitch” é dona de si. Confiante. Não liga para o que os outros pensam.

Quando crescer eu quero ser uma “Bitch”.

Filmes da Moça1994 – 2014: Coisas que me fizeram sentir-me muito velha

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Nasci em 12 de julho de 1994, completando então duas décadas de existência neste ano de 2014. Vou dizer o que senti: ESTOU VELHA! Conclusão: Estou na crise dos vinte anos.

Algumas amigas se queixaram deste “mal”, alegando que assim que fizeram aniversário pararam para pensar em suas vidas. Eu pensava que isso só chegava aos 40, a famosa “meia-idade”.

Aos vinte anos, minha mãe já era casada e mãe (não de mim ainda. Eu só nasceria duas semanas antes dela completar 22). Nos meus vinte anos eu nem penso muito em casamento, filhos então? Não nos próximos dez anos no mínimo.

Abaixo seguem os marcos que me fizeram sentir velha (desnecessariamente)

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Músicas da MoçaResenha: “X” de Ed Sheeran

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Ed Sheeran foi um dos artistas que descobri no meio da “invasão britânica” que meu gosto musical sofreu no final de 2012. Boybands, noites em claro e dias sem fazer nada me fizeram descobrir que sim, atualmente existe muita música boa sendo produzida do outro lado do Atlântico.

Conheci as tradicionais “Give me Love”e “Kiss Me” e me apaixonei. Logo após vieram “Lego House” e “Gold Rush”. Ed produz o tipo de música que me faz pensar: “Cara, casa comigo!”. Escutei “+”, de 2011, aos pedaços, não me adequando muito ao tipo de música produzida por ele, mas sem um segundo duvidar de que se tratava de um bom material.

Nunca fui muito fã de escutar álbuns inteiros, sempre sendo adepta dos tradicionais singles. Entretanto, algo sempre escapa e acabo gostando ou vetando. Apenas nos últimos tempos tenho escutado o trabalho de algum artista na íntegra.

Do primeiro álbum de Ed, sete canções caíram em minhas graças e esperei o próximo ansiosamente.

Para ser recompensada agora em 2014 com “X”.

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Teatro da Moça
Resenha: “Lira para Piano e Pedras” da Cia. de Teatro Universitário Casa de Benê

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“Os lindos do CDB” – Da esquerda para a direita: Regina, Marcos, Edson, Ninon, Bruno, Diogo, Alouysius, Lucas e Clara

Cheia de orgulho. É essa expressão que tenho a ver vários de meus amigos e colegas em cena.

O grupo de teatro Casa de Benê (CDB, para os íntimos) é formado pelos alunos dos cursos de comunicação e artes visuais da UNIVAP. Ele foi fundado em 2012 e teve sua primeira peça (e por enquanto única), “Lira para Piano e Pedras” apresentada pela primeira vez em novembro do ano passado. Eles passaram por muitas dificuldades para trazer o projeto para os palcos e isso só me deixa mais orgulhosa.

A peça se passa na época da Ditadura Militar aqui no Brasil e traz como protagonistas um grupo de jovens estudantes prontos para mudar a nossa realidade. Continue reading

Papo de MoçaSkinny Love: Porque não nos declaramos para os amores platônicos?

skinnyloveEnquanto eu escutava a música “Skinny Love”, do Bon Iver, no domingo enquanto vagava pela inconsciência consciente, ficou uma questão em minha cabeça: Porque (quase) nunca nos declaramos para nossos amores platônicos?

  • Medo?
  • Insegurança?
  • Variadas Neuras Interiores?
  • A pessoa é comprometida?
  • Preguiça? (escuto suspiros indignados no fundo, hehe)

Sei lá! Vai que é possível, tem gente pra tudo nessa vida… Continue reading

Livros da MoçaAll The Feels: Eleanor & Park, da Rainbow Rowell

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Ainda estou muito chocada para falar. O livro não é chocante. É agridoce. Ele coloca suas esperanças para cima para depois acabar com tudo. Eu realmente achei que eles iam conseguir apesar da introdução.

A leitura foi em inglês (minha primeira, yey!), mas não foi tão difícil quanto eu achei que seria. A escrita da Rainbow Rowell é muito simples e fácil de ser compreendida.

RESUMO:

Eleanor é a nova garota na cidade e ela nunca se sentiu tão sozinha. Vestida com peças de roupas que não combinam, cabelo vermelho bagunçado e uma vida caótica em casa, ela não poderia chamar mais atenção. Então ela se senta ao lado de Park no ônibus escolar. Quieto, cuidado e – nos olhos de Eleanor – impossivelmente descolado, Park decidiu que voar fora do radar é o melhor jeito de sobreviver na escola. Devagar, constante, com conversas até tarde da noite e uma grande quantidade de mixtapes, Eleanor e Park se apaixonam. Eles se apaixonam da mesma forma que você  se apaixona pela primeira vez, quando você tem 16 anos e nada e tudo a perder. O livro se passa ao longo de um ano escolar em 1986. Engraçado, triste, chocante e verdadeiro, Eleanor & Park é uma viagem nostálgica para aqueles que nunca esqueceram seu primeiro amor.

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