Um ano depois
“Olhe em volta e aprecie. Nada será o mesmo daqui a um ano”
“Olhe em volta e aprecie. Nada será o mesmo daqui a um ano”
Casais abraçados sempre me deram aquele ar de “Eca; vocês não tem um lugar pra ser melosos pra lá?” ou “Minha vida é uma droga e eu vou morrer sozinha”. Pura inveja. Sou a primeira a admitir.
Andar abraçados na rua indica permanência. Indica companheirismo. Que o amor dura, apesar das brigas, desentendimentos, rotina, cansaço, encontros e desencontros que possam existir durante um relacionamento.
Casais felizes não se importam em ser vistos juntos e demonstram isso através do famoso PDA (“Public Displays of Affection”, a Demonstração Pública de Afeto). Eles vão se abraçar, beijar, tocar, conversar e não tem nada que eu, ou você, possamos fazer a respeito. Continue reading
O Papo de Moça de hoje vem com o oferecimento da Revista Mina, da fofa da Emeline Domingues.
Escrevi especialmente para a Revista Mina e compartilho agora com vocês. Chamem-me de oportunista, mas isso é (quase) tudo o que eu quero dizer nesse Dia da Mulher.
A Mina foi elaborada como projeto de conclusão de curso da Eme e ficou a coisa mais linda que eu já vi! Me senti e ainda sinto, muito honrada de ter participado do projeto de todas as maneiras que eu pude. Eme, você arrasa!
O link para a versão online da revista e o meu relato estão depois do “mais”
* Esse post [e a volta da minha Bolsa] foi inspirado pela linda da minha amiga Amanda e a criação do “Da Mágoa para o Vinho“. Amandita, sua escrita me fez ver que eu precisava organizar minha “bolsa” e me deixar transbordar em palavras de novo.*
*Já passei por isso uma vez, não quero passar de novo: Qualquer semelhança com pessoas vivas ou (que eu queria que estivessem) mortas é mera coincidência. Não venham me torrar a paciência.*
Esta é para você que vai chegar. Que vai chegar e vai virar meu mundo de ponta cabeça. Que vai me fazer sentir coisas que eu sempre me acho muito inadequada para sentir. Bom, eu preciso que você saiba de algumas coisas.
Final de semestre é a pior data para se ter o seu “inferno astral”, aquele período em que você está prestes a fazer aniversário e toda a sua vida da merda. Ironicamente, nos horóscopos da vida é quando tudo vai dar certo, porque -oras! – planeta o tal esta no quadrante xyz e na casa dois,sinalizando que is astros sorriem para você.
Sorriem o ca****! Nunca vi a vida de ninguém dar tão errado quanto na época que antecede seu aniversário. Continue reading
Sororidade: Porque isso é importante?O Bolsa de Moça vai completar um ano nesta semana, dia 5 de fevereiro. *Solta Fogos*. Há exatamente um ano atrás, feminismo era um conceito novo para mim. Claro que já tinha escutado a palavra e fazia uma leve ideia do que ela significava. Mas, como todo mundo, achava que era algo sujo. Ruim.
SELO COMPADRE WASHINGTON DE SABE DE NADA, INOCENTE PARA MIM! Auto didata, o feminismo virou uma das coisas em que acredito. O bom que não me fiz de rogada e simplesmente resolvi mostrar qual era o Feminismo em Beyoncé segundo minha visão. E me espanta um ano depois, ainda ter que bater na mesma tecla.
Com a chegada do fim de 2014, resolvi fazer esse balanço sobre o ano de 2014. Para efeito de registro , eu comecei essa lista em outubro e editei várias vezes desde então.
Percebi que fiz acertos e erros. Alguns erros foram mancadas minhas, em alguns eu assumo metade da culpa. E em outros, nem sei que culpa eu tive na história. A vida segue.
Foi um ano interessante. Comecei a realmente perceber a importância de me colocar em primeiro lugar e a crescer. Algumas coisas da minha personalidade são bem infantis, e cara; To crescendo. Ainda tenho uns bons dois anos para resolver essas coisas. Pelo menos eu to admitindo. Bjs pro recalque.
Acho que o crescimento acontece quando você começa a fazer coisas que não quer fazer e aceita isso como parte da vida. Termina relacionamentos de qualquer tipo (amoroso, profissional e amizades) por que eles não tem mais nada a te acrescentar e não sofre tanto por isso.
Fiz 20 anos e resolvi levar mais a sério o que li uma vez. Os 20 são os anos egoístas. Não tenho nada que me prenda em lugar algum e não vou me deixar ser confinada em situações ruins. Continue reading
Essa semana eu estava passeando pelo Facebook e me atentei a uma publicação qualquer na minha timeline. A foto de um casal em cima de uma linha do trem, um rapaz deitado no colo de uma moça, e o título: “Ele irá esquecê-la”, pertenciam a um post no site Vida dos Solteiros.
O texto afirmava várias vezes que aquele cara, o cara que já fez tudo por você, que pensava em você toda hora e tudo mais, vai esquecê-la. Nem que essa seja a última coisa que ele faça e, com isso, esqueça também todas as memórias dos tempos de vocês juntos. Era pra ser algo até meio poético e desolador, mas minha cabeça fez o raciocino inverso.
Skinny Love: Porque não nos declaramos para os amores platônicos?
Enquanto eu escutava a música “Skinny Love”, do Bon Iver, no domingo enquanto vagava pela inconsciência consciente, ficou uma questão em minha cabeça: Porque (quase) nunca nos declaramos para nossos amores platônicos?
Sei lá! Vai que é possível, tem gente pra tudo nessa vida… Continue reading