Um ano depois
“Olhe em volta e aprecie. Nada será o mesmo daqui a um ano”
“Olhe em volta e aprecie. Nada será o mesmo daqui a um ano”
Casais abraçados sempre me deram aquele ar de “Eca; vocês não tem um lugar pra ser melosos pra lá?” ou “Minha vida é uma droga e eu vou morrer sozinha”. Pura inveja. Sou a primeira a admitir.
Andar abraçados na rua indica permanência. Indica companheirismo. Que o amor dura, apesar das brigas, desentendimentos, rotina, cansaço, encontros e desencontros que possam existir durante um relacionamento.
Casais felizes não se importam em ser vistos juntos e demonstram isso através do famoso PDA (“Public Displays of Affection”, a Demonstração Pública de Afeto). Eles vão se abraçar, beijar, tocar, conversar e não tem nada que eu, ou você, possamos fazer a respeito. Continue reading
Quem me segue no Instagram, já viu a minha Bio. Alguns gostaram, outros acharam normal e há quem deteste. “Tentando ser blogueira, jornalista e adulta”. Todo mundo deseja ser alguma coisa. Eu quero ser blogueira, jornalista e adulta e eu tento. Posso não estar acertando em várias coisas, mas eu penso que um dia eu vou chegar lá. Continue reading
Sororidade: Porque isso é importante?O Bolsa de Moça vai completar um ano nesta semana, dia 5 de fevereiro. *Solta Fogos*. Há exatamente um ano atrás, feminismo era um conceito novo para mim. Claro que já tinha escutado a palavra e fazia uma leve ideia do que ela significava. Mas, como todo mundo, achava que era algo sujo. Ruim.
SELO COMPADRE WASHINGTON DE SABE DE NADA, INOCENTE PARA MIM! Auto didata, o feminismo virou uma das coisas em que acredito. O bom que não me fiz de rogada e simplesmente resolvi mostrar qual era o Feminismo em Beyoncé segundo minha visão. E me espanta um ano depois, ainda ter que bater na mesma tecla.
TOP 100: Músicas que eu nunca paro de ouvir – Parte 1Música para mim é tudo. Fico sem celular e internet, mas não fico sem fone de ouvido e um reprodutor mp3. Me dá ataque de ansiedade, sem brincadeira. Vou até colocar o lixo para fora escutando música. E tudo começou quando eu tinha 12 anos.
Eu queria porque queria um Discman. Passei meses juntando dinheiro, pedindo-o como presente e sonhando em gravar meus CDs com as minhas músicas favoritas. Se tivesse sido adolescente nos anos 80, iria andar com um walkman para cima e para baixo e fazer uma playlist para cada humor. Eu sou dessas nos dias de hoje. 8tracks é o meu paraíso com aquele universo de playlists. <3
Quando era mais nova, meu gosto era mais limitado às músicas que tocavam em filmes, rádio e uma coisa ou outra que absorvi dos meus pais. Que queriam me agradar (seus lindos <3) e me deram um MP3 Player.
Simplesmente olhei e falei: Que isso?
LEVIANA! Mal eu sabia que seria um dos melhores presentes que ganharia na vida (até agora, afinal só tenho 20 aniversários e 20 natais). Hoje, é mais fácil eu ter mais fones de ouvido na bolsa do que dinheiro.
Algumas músicas daquela época ainda continuam comigo e são meus xodós para toda a vida. Aperta para ler mais e descobre, pessoinha.
Álbum Review: Four, do 1DQuem realmente me conhece, o que são poucos, sabe que eu sou fã do One Direction.Ou se você já teve o prazer de mexer na minha biblioteca musical também já percebeu que eles aparecem MUITAS vezes na minha playlist.
Sim, eu gosto de boybands. Sim, eu sei que sou maior de idade. Sim, eu sei que qualquer-que-seja-o-argumento-que-você-vai-usar. Sério, cara! Já to sabendo.
Agora eu te pergunto pessoa que lê meu post: Já viu Liam Payne e Zayn Malik? Culpa deles que eu sou fã (aparência, voz e personalidade, vlw? Flw!) e de What Makes You Beautiful. E de muito tempo livre nas férias de verão de 2012/2013.
Hoje, 17 de novembro é o lançamento de FOUR, o quarto álbum dos “lads”. Então, como uma boa fangirl, resolvi fazer a resenha da versão standart do álbum minha gente. Segurem os seus forninhos, por favor.
Essa semana eu estava passeando pelo Facebook e me atentei a uma publicação qualquer na minha timeline. A foto de um casal em cima de uma linha do trem, um rapaz deitado no colo de uma moça, e o título: “Ele irá esquecê-la”, pertenciam a um post no site Vida dos Solteiros.
O texto afirmava várias vezes que aquele cara, o cara que já fez tudo por você, que pensava em você toda hora e tudo mais, vai esquecê-la. Nem que essa seja a última coisa que ele faça e, com isso, esqueça também todas as memórias dos tempos de vocês juntos. Era pra ser algo até meio poético e desolador, mas minha cabeça fez o raciocino inverso.
Resenha: Fangirl, de Rainbow Rowell
Sinopse: Cath é fã da série de livros Simon Snow. Ok. Todo mundo é fã de Simon Snow, mas para Cath, ser fã é sua vida – e ela é realmente boa nisso. Vive lendo e relendo a série; está sempre antenada aos fóruns; escreve uma fanfic de sucesso; e até se veste igual aos personagens na estreia de cada filme. Diferente de sua irmã gêmea, Wren, que ao crescer deixou o fandom de lado, Cath simplesmente não consegue se desapegar. Ela não quer isso.
Em sua fanfiction, um verdadeiro refúgio, Cath sempre sabe exatamente o que dizer, e pode escrever um romance muito mais intenso do que qualquer coisa que já experimentou na vida real. Mas agora que as duas estão indo para a faculdade, e Wren diz que não a quer como companheira de quarto, Cath se vê sozinha e completamente fora de sua zona de conforto.
Uma nova realidade pode parecer assustadora para uma garota demasiadamente tímida. Mas ela terá de decidir se finalmente está preparada para abrir seu coração para novas pessoas e novas experiências. Será que Cath está pronta para começar a viver sua própria vida? Escrever suas próprias histórias?
Eleanor & Park me deu all the feels enquanto lia e assumiu rapidamente para o posto de livro favorito. Delicado, profundo e doce , Rainbow Rowell sabe como te conquistar ao escrever assuntos com muita delicadeza.
Eu conheci Fangirl primeiro, através de uma resenha no Nem Um Pouco Épico. Joguei ele de lado e corri para ler Eleanor antes. Fangirl foi lançado pela Novo Século aqui no Brasil em Agosto. Continue reading
Resenha: Isla and The Happily Ever After, de Stephanie Perkins
Apaixonei na capa de Isla, que fez a coleção toda trocar de visual. Quero todas! <3 Mal posso esperar pelo relançamento dos livros antigos.
Sinopse: ”Das brilhante ruas de Manhattan para o luar nos telhados de Paris, se apaixonar é fácil para uma sonhadora incorrigível como Isla e um artista introspectivo como Josh. Mas, quando eles começam o seu último ano na França, Isla e Josh são rapidamente forçados a enfrentar a realidade dolorosa que felizes para sempre nem sempre são para sempre.
Sua viagem romântica é habilmente entrelaçada com as dos amados casais Anna e Étienne e Lola e Cricket, cujos caminhos são destinados a colidir em um final arrebatador certo para agradar fãs antigos e novos…”
Quando descobri Stephanie Perkins, eu estava na minha fase “Paris”. Estava fazendo Francês e adorando tudo o que a terra da Torre Eiffel poderia oferecer: inspiração, boa comida, paisagens lindas e muito romance. “Anna e o Beijo Francês” foi uma das minhas melhores leituras de 2011 e Étienne St. Clair entrou para meu coração literário.
Aguardei ansiosamente “Lola e o Garoto da Casa ao Lado”. Não era a continuação, mas outra história que Anna e Étienne apareciam, com a adição de Lola e Cricket (<3). Era mais amor em uma cidade legal; agora, a escolha era São Francisco. Li sem grandes expectativas e adorei.
Stephanie anunciou o fecho da trilogia e eu me esqueci de esperar até que descobri que finalmente ela havia sido lançada lá fora. Como estou treinando meu inglês e só lendo livros nessa língua, li sem pensar duas vezes. Isla and the Happily Ever After furou a lista de livros que eu tinha pensado Continue reading